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Barcos movidos a energia solar voltam à Lagoa de Imboassica no Desafio Solar Brasil 2026

Barcos movidos a energia solar voltam à Lagoa de Imboassica no Desafio Solar Brasil 2026

Barcos movidos a energia solar voltam à Lagoa de Imboassica no Desafio Solar Brasil 2026

Entre os dias 11 e 18 de outubro de 2026, a Lagoa de Imboassica recebe a 22ª edição do Desafio Solar Brasil (DSB), competição nacional de embarcações movidas a energia solar. Esta será a segunda vez que Macaé sedia o evento. A edição de 2026 conta com o patrocínio do CREA-RJ (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro), apoio da Prefeitura de Macaé – por meio das áreas de Educação e Ensino Superior – e, pelo segundo ano consecutivo, do Sindipetro-NF (Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense). O professor Maurício Nepomuceno de Oliveira, um dos organizadores do Desafio Solar Brasil, destaca a importância do apoio do CREA-RJ a iniciativas que aproximam a formação acadêmica da prática profissional da engenharia.
“O apoio do CREA-RJ é fundamental para fortalecer iniciativas que aproximam a formação acadêmica da prática da engenharia. O Desafio Solar Brasil coloca os estudantes diante de desafios reais de projeto, construção, planejamento, trabalho em equipe e tomada de decisão. Ao apoiar atividades como essa, o Conselho contribui para uma formação mais integrada e para a preparação de engenheiros capazes de responder aos desafios tecnológicos e profissionais do país”, afirma Maurício, professor de engenharia no Instituto Politécnico.
Ao todo, 13 equipes formadas por estudantes, técnicos e professores apresentarão protótipos projetados, construídos e operados pelas próprias equipes. Ao longo da semana, as embarcações serão submetidas a diferentes provas, que avaliam desempenho, eficiência energética, autonomia, manobrabilidade, estratégia e capacidade de trabalho em equipe, além da qualidade técnica das soluções desenvolvidas.
Ocione Machado, organizador técnico do Desafio Solar Brasil, explica que a competição foi estruturada para avaliar as embarcações e as equipes em diferentes condições de navegação e operação.

“Antes do início das provas, todas as embarcações passam por inspeção técnica, enquanto os pilotos participam de atividades de qualificação e orientação. Ao longo da competição, os barcos são submetidos a diferentes desafios, que avaliam velocidade, autonomia, eficiência energética, capacidade de manobra e trabalho em equipe. Há provas de velocidade em linha reta, percursos mais longos, revezamento de pilotos e trajetos técnicos com curvas e slalom, que exigem precisão e habilidade na condução das embarcações”, explica Ocione Machado, do Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social da UFRJ (NIDES/UFRJ).
O Desafio Solar Brasil é um projeto de extensão da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), criado para aproximar universidade e sociedade por meio de temas como energia limpa, inovação e mobilidade sustentável, a partir da experiência prática de estudantes e equipes envolvidos no desenvolvimento dessas soluções. A etapa de Macaé é realizada em parceria entre o Núcleo Interdisciplinar para o Desenvolvimento Social, o Instituto Politécnico e a Prefeitura de Macaé.
Para Marcela Campista, Diretora do Instituto Politécnico da UFRJ e integrante da organização do evento, receber novamente o Desafio Solar Brasil em Macaé é uma oportunidade de aproximar a população das discussões sobre os novos caminhos para o setor de energia.

“Macaé tem uma trajetória fortemente ligada ao setor de energia. Sediar novamente o Desafio Solar Brasil nos permite trazer para esse território uma discussão cada vez mais necessária sobre energia limpa, inovação e transição energética. Ao levar uma competição de embarcações solares para a Lagoa de Imboassica, aproximamos estudantes e sociedade dessas novas tecnologias e reforçamos o papel da universidade na formação de profissionais e no desenvolvimento de soluções para o futuro da energia”, destaca Marcela.

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