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Conheça os 25 finalistas nacionais do Prêmio Sebrae de Jornalismo 2026

Conheça os 25 finalistas nacionais do Prêmio Sebrae de Jornalismo 2026

Histórias de mulheres que transformam fibras de bananeira em moda sustentável, empreendedores que encontram na cultura uma fonte de renda e comunidades indígenas que unem tradição e inovação. Esses são alguns dos personagens e cenários que ganharam espaço nas reportagens finalistas do Prêmio Sebrae de Jornalismo (PSJ) 2026.

Ao todo, 25 trabalhos das cinco regiões do Brasil chegaram à etapa nacional da 13ª edição da premiação, que terá seus vencedores anunciados no dia 26 de novembro em Brasília. Além disso, será concedido o Grande Prêmio Sebrae de Jornalismo, para o melhor conteúdo entre todos os premiados nas categorias principais.

Neste ano, o prêmio recebeu 3.759 inscrições de todo o país, um crescimento de 9,2% em relação à edição anterior e o quarto recorde consecutivo de participação. Após as etapas estadual e regional, cinco trabalhos foram selecionados em cada uma das categorias principais (Texto, Áudio, Vídeo e Fotojornalismo) e na categoria especial Jornalismo Universitário. A diversidade das produções mostra como os pequenos negócios estão presentes em diferentes realidades brasileiras, movimentando economias locais e preservando identidades culturais.

Um mosaico do Brasil empreendedor

São diferentes perspectivas que revelam a capacidade do jornalismo de dar visibilidade a histórias de transformação, apontar desafios e revelar oportunidades no universo dos pequenos negócios. Entre os trabalhos finalistas, o empreendedorismo aparece como caminho para a inclusão e a reconstrução de trajetórias. A sustentabilidade também atravessa as produções selecionadas. Conheça os 25 finalistas nacionais:

Jornalismo em Texto

Matéria finalista aborda como as pequenas empresas se consolidaram como o motor da recuperação econômica do Mato Grosso, cinco anos após a pandemia. E o que começou como tendência nas redes sociais virou fenômeno real e lucrativo nas ruas de Foz do Iguaçu, como revela matéria do Paraná. Além de uma série de reportagens de Alagoas, que traz a trajetória de pessoas autistas que encontraram no empreendedorismo renda e propósito.

No Espírito Santo, o destaque vai para uma cadeia de economia circular que transforma resíduos em oportunidades, gera empregos, reduz custos e ajuda a preservar o meio ambiente. Já no Pará, o foco está em uma iniciativa que alia empreendedorismo social feminino, sustentabilidade e qualificação profissional para mulheres privadas de liberdade.

>> Saiba quais são os trabalhos finalistas:

  • Da crise à retomada: como pequenos negócios sobreviveram à pandemia e alavancaram a economia de MT — g1 Mato Grosso (MT)
  • De caminhões a academias: como pneus usados se transformam em renda, empregos e sustentabilidade — g1 (ES)
  • De hobby a fila na calçada: como o bolo de fatia conquistou Foz do Iguaçu — H2FOZ (PR)
  • Reinserção social: a força do empreendedorismo feminino no cárcere — Diário do Pará (PA)
  • Série Empreendedores no Espectro — Portal TNH1 (AL)

Jornalismo em Áudio

Podcast de Minas Gerais discute a saúde mental de mulheres empreendedoras, enquanto matéria de Santa Catarina reforça o potencial e o impacto da educação empreendedora desde cedo na vida dos estudantes. Já uma série de reportagens da Paraíba revela como um dos maiores símbolos da cultura nordestina também se tornou fonte de trabalho, renda e transformação social.

Matéria do Amazonas aborda um casal de empreendedores que transformam expressões e referências das periferias de Manaus em peças de moda, com foco em sustentabilidade. Em Goiás, reportagem destacou a trajetória de uma bordadeira, cujo trabalho proporciona geração de renda a pessoas privadas de liberdade.

>> Saiba quais são os trabalhos finalistas:

  • Costurando Oportunidades: Como os Pequenos Negócios Transformam Vidas em Goiás — Rádio Vera Cruz FM (GO)
  • Equilibrando os Pratinhos — BHAZ – Ariza Podcast (MG)
  • Lição de casa: como as escolas catarinenses preparam os empreendedores do futuro — Rádio Peperi (SC)
  • Marca de moda inspirada na cultura periférica amazônida valoriza sustentabilidade para reduzir desperdício em Manaus — BandNews Difusora (AM)
  • Mas a sanfona ainda não desafinou — CBN Paraíba (PB)

Jornalismo em Vídeo

Matéria finalista do Distrito Federal reforça o potencial do empreendedorismo como caminho para a autonomia e a dignidade de pessoas com deficiência. E em São Paulo, chefs e empreendedoras mostram como transformar saber ancestral em economia real.

No norte de Santa Catarina, mulheres transformam fibras de bananeira, antes descartadas, em roupas, calçados e biojoias. Já em uma comunidade indígena de Roraima, uma produtora encontrou no cupuaçu uma alternativa para fortalecer a renda familiar e promover a sustentabilidade. E no Maranhão, destaque para o coco babaçu, que além de ser fonte de renda para comunidades tradicionais, impulsiona pesquisas e fortalece a bioeconomia.

>> Saiba quais são os trabalhos finalistas:

  • Agro Saúde e Cooperação – Fibra da Bananeira — NDTV Record (SC)
  • Do Norte ao Sul, produção de jujubas de cupuaçu conquista o Brasil — Rede Amazônica (RR)
  • Empreendedorismo Inclusivo — TV Brasil (DF)
  • Memórias Negras: empreendedores transformam memórias em negócio — TV Globo (SP)
  • O babaçu que move a bioeconomia no Maranhão — TV Mirante (MA)

Fotojornalismo

Entre a dor e a colheita, mulheres transformam luto em independência no cerrado de Mato Grosso do Sul. Já no Rio Grande do Sul, artesãs usam fibras vegetais para fazer artesanato que preserva memória, identidade e sustentabilidade. E, no Amazonas, mulheres indígenas tecem, com fios de memória, resistência, beleza e leveza, um futuro que honra o passado.

A união entre tecnologia, sustentabilidade e microcrédito está fortalecendo pequenos produtores e redesenhando a agricultura cearense. No Espírito Santo, a economia circular dá nova vida aos pneus e movimenta diferentes setores da economia capixaba.

>> Saiba quais são os trabalhos finalistas:

  • Da Terra ao Trançado: o Empreender que nasce no Campo — Zero Hora (RS)
  • Entre a Dor e a Colheita — Jornal O Estado Online (MS)
  • Fios de memória: um futuro que honra a ancestralidade — Amazônia Real (AM)
  • O poder dos pequenos: tecnologia e sustentabilidade modernizam o agro no Ceará — Diário do Nordeste (CE)
  • Recicladores de pneus — g1 (ES)

Jornalismo Universitário

No Paraná, mulheres usam propósito, reuso e apoio mútuo para gerar autonomia, dignidade e impacto ambiental. Enquanto, em Minas Gerais, produtores buscam alternativas para manter duas das cadeias produtivas mais importantes do estado. Já no Rio Grande do Norte, o reconhecimento da identidade potiguar tornou-se uma estratégia de mercado.

Matéria do Pará fala sobre bioeconomia na Ilha do Combu, destacando práticas sustentáveis, saberes ancestrais e iniciativas locais. E, em Goiás, destaque para uma atividade ligada à cultura indígena e sua relação com geração de renda, turismo e preservação de tradições.

>> Saiba quais são os trabalhos finalistas:

  • A força é delas e é verde: A rede feminina que redesenha o empreendedorismo sustentável no Paraná — Universidade Federal do Paraná (PR)
  • Clima afeta café e leite e ameaça cultura alimentar mineira — PUC Minas (MG)
  • Da Cultura ao Produto: a identidade potiguar como negócio — Universidade Federal do Rio Grande do Norte (RN)
  • Entre rio e floresta existem histórias que ajudam a compreender o presente e pensar o futuro da Amazônia — Estácio Belém (PA)
  • Novos negócios indígenas transformam geração de renda em preservação cultural — Universidade Federal de Goiás (GO)

Sobre o prêmio

O Prêmio Sebrae de Jornalismo reconhece reportagens que contribuem para ampliar a visibilidade dos pequenos negócios e do empreendedorismo no Brasil, pautando os desafios e avanços. A iniciativa contempla quatro categorias profissionais e uma categoria especial voltada a estudantes universitários. Os vencedores nacionais da 13ª edição serão conhecidos em 26 de novembro, em Brasília. Mais informações: www.premiosebraejornalismo.com.br.

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