No livro Pequenos Fantasmas, Humberto Werneck se aventura pela ficção com contos da sua juventude. A obra pode ser classificada como uma "autoficção".
"A feitura desses contos, sem que eu me desse conta, me jogou nessa área pantanosa, de você contar o que não sabe. Eu me lembro de um conto chamado Vagalume, que eu fiz aos 21. Esse conto é sobre a perda da inocência", descreve o escritor mineiro.
Assista à entrevista completa no programa Leituras.
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