
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Rio das Ostras e o Convention & Visitors Bureau realizaram, durante o Carnaval de 2026, uma pesquisa on-line para identificar o perfil dos turistas que visitaram o Município.
O questionário foi disponibilizado por meio de QR Code em todos os quiosques da Cidade. O objetivo foi mapear visitantes com 18 anos ou mais, entender hábitos de consumo e avaliar a experiência no Município durante o período da festa.
Os dados mostram que 72% dos turistas são do estado do Rio de Janeiro. Entre os municípios citados estão Rio de Janeiro, São Gonçalo, Nova Iguaçu, Campos dos Goytacazes, Bom Jardim, Paraty, Angra dos Reis, Nilópolis, Duque de Caxias, Volta Redonda, Saquarema, Magé e de Cabo Frio.
Minas Gerais aparece com 14% dos visitantes, com destaque para Juiz de Fora, São João del Rei e Matipó. São Paulo, Maranhão e Piauí registraram 2% cada, e a pesquisa cita ainda turistas do Piauí.
A faixa etária predominante está entre 18 e 35 anos, que representa 46% dos respondentes. O grupo de 46 a 55 anos corresponde a 22%. Turistas entre 36 e 45 anos somam 18%. Já o público de 56 a 64 anos representa 14%.
MOTIVAÇÃO – O principal motivo da visita foi a programação de Carnaval, citada por 38% dos participantes da pesquisa. Outros 32% vieram para encontrar amigos e parentes. Lazer e natureza motivaram 20% das viagens. Eventos e shows foram apontados por 10%.
O carro próprio foi o meio de transporte mais utilizado, com 64% das respostas. Ônibus representam 18%. Aplicativos de transporte e veículos alugados somam 12%. Outros meios correspondem a 6%.
CONSUMO E SERVIÇOS – A pesquisa também avaliou consumo e percepção de serviços. Entre os entrevistados, 82% afirmaram ter consumido nos quiosques da Cidade. A experiência foi avaliada com nota máxima por 52%. Outros 32% atribuíram nota 4. Notas 3 correspondem a 12%. Notas entre 1 e 2 somam 4%.
A rede hoteleira registrou uma taxa de ocupação de 80%, confirmando o papel estratégico da hotelaria na infraestrutura turística da Cidade. Apesar disso, a pesquisa de opinião mostra que a maioria dos visitantes optou por hospedagens alternativas: 45% ficaram em casas de amigos ou parentes, enquanto 20% utilizaram casas próprias de veraneio.
Já os hotéis e pousadas receberam 14% dos turistas, seguidos por casas alugadas por temporada (12%) e plataformas como Airbnb (4%). A pesquisa registrou, ainda, que 6% de visitantes que não pernoitaram na Cidade, caracterizando o perfil de “day-trip”.
A sensação de segurança foi classificada como segura ou muito segura por 84% dos turistas. Outros 12% consideraram regular. Apenas 4% declararam sentir insegurança.
Em relação aos gastos, 42% informaram ter desembolsado entre R$ 2.500 e R$ 5.000 durante a estadia. Outros 38% gastaram até R$ 2.500. Já 20% declararam gastos acima de R$ 5.000.
Entre os pontos fortes do Carnaval, os entrevistados puderam marcar mais de uma opção. A segurança da Cidade foi citada por 84%. A programação do CarnaJazz e dos blocos apareceu em 46% das respostas. A natureza e a paisagem foram mencionadas por 40%. A hospitalidade foi apontada por 32%.
Questionados sobre pontos de melhoria, 28% indicaram a necessidade de avanços na infraestrutura urbana. Transporte público foi citado por 18%. A divulgação da programação aparece com 14%. Eventos noturnos somam 10%. Pontos de hidratação registraram 8%.
