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Temperoterapia tem edição especial no Dia do Idoso

Temperoterapia tem edição especial no Dia do Idoso

As oficinas de Temperoterapia são realizadas pela Fundação Rio das Ostras de Cultura Foto: Alexandre Leite
Frequentadores da Casa do Idoso aprendem a fazer receitas saudáveis Foto: Alexandre Leite
Os participantes montaram o sanduíche que tem receita de fácil preparo Foto: Alexandre Leite
Idosos aprendem e saboreiam as receitas preparadas na Temperoterapia Foto: Alexandre Leite

Oficinas promovidas pela Fundação Rio das Ostras de Cultura acontecem na Casa do Idoso às quintas-feiras

Promover o aprendizado de receitas saudáveis e a vivência de momentos de socialização são os objetivos das oficinas do Projeto Temperoterapia realizadas Centro Dia – Casa do Idoso. Promovidas pela Fundação Rio das Ostras de Cultura, as oficinas acontecem todas as quintas-feiras pela manhã.

Em sua última edição, realizada em 1º de outubro, Dia do Idoso, foi feita uma edição especial da Temperoterapia. A comemoração teve um piquenique coletivo e a receita preparada na oficina foi o sanduíche colorido, recheado com creme de atum, cenoura e beterraba.

Segundo a presidente da Fundação de Cultura, Rosemarie Teixeira, que é formanda em gastronomia, as oficinas promovem, ao mesmo tempo, a socialização e a alimentação saudável do idoso.

“No momento de escolher a receita, me preocupo com os idosos que têm problemas de saúde, como hipertensão e diabetes, com aqueles que possuem alguma restrição alimentar. Sempre abordo a importância da hidratação e alerto que o aparelho digestivo precisa funcionar bem”, explicou Rosemarie.

Frequentador da Casa do Idoso, o engenheiro elétrico aposentado Ubernei Santos da Cunha, de 71 anos, participou da sua primeira oficina de Temperoterapia e aprovou. “Estou tentando escolher comidas mais saudáveis, e esse sanduíche é uma opção fácil de preparar e nutritiva”, destacou.

Em sua segunda oficina de Temperoteparia, a costureira aposentada Vera Lúcia de Souza, de 70 anos, aprovou a iniciativa e planeja não perder as próximas edições. “Quem mora sozinho não tem muita motivação para fazer comida e por isso buscamos receitas práticas e saudáveis”, contou.

“As oficinas, além de integrarem os idosos, promovem momentos de alegria. Preparamos e consumimos a receita juntos e todos ficam muito felizes. Costumo dizer que temperoterapia é mais terapia do que tempero”, finalizou Rosemarie.

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