sexta-feira, setembro 11, 2026
Portal Capital Liberal
  • Cidades
    • Macaé Notícias – Notícias de Macaé
    • Rio das Ostras – Notícias de Rio das Ostras
  • Economia
  • Política
  • Esportes
  • Mundo
  • Cult
    • Musica
      • Jazz
  • Segurança
Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Cidades
    • Macaé Notícias – Notícias de Macaé
    • Rio das Ostras – Notícias de Rio das Ostras
  • Economia
  • Política
  • Esportes
  • Mundo
  • Cult
    • Musica
      • Jazz
  • Segurança
Sem resultado
Veja todos os resultados
Portal Capital Liberal
Sem resultado
Veja todos os resultados

Baixa visão na infância: especialista alerta para diagnóstico precoce

Agência Brasil by Agência Brasil
11 de setembro de 2026
in Saúde
Tempo de 3 Minutos de leitura
0

RelacionadosPosts

Saiba qual é a rotina ideal de consultas para cuidar da visão

Plano de saúde terá que cobrir mamografia digital para todas as idades

Olho seco: uso excessivo de telas entre crianças reduz ato de piscar

Logo Agência Brasil

Ao contrário do que muitos pensam, a visão na infância é considerada fator de suma importância para o desenvolvimento global da criança, incluindo o motor, o cognitivo, a comunicação e o social.

A perda visual precoce pode interferir não apenas no aprendizado escolar, mas em todo o processo de desenvolvimento da criança. Nesses casos, quanto mais cedo a intervenção, maior a chance de usar a chamada visão residual para desenvolver estratégias funcionais para o futuro.

O alerta foi feito pela oftalmologista Maria de Fátima Neri, que participa, em Salvador, do 70º Congresso Brasileiro de Oftalmologia (CBO 2026), que termina neste sábado (12). A médica destacou que, quando se fala de baixa visão na infância, não se trata de uma simples diminuição da acuidade visual. 

Notícias relacionadas:

  • Saiba qual é a rotina ideal de consultas para cuidar da visão.
  • Olho seco: uso excessivo de telas entre crianças reduz ato de piscar.

“A baixa visão pode comprometer a percepção visual, a exploração do ambiente, o desenvolvimento motor, a aprendizagem, a comunicação, a autonomia e a participação dessa criança no mundo”, disse. “Precisamos avaliar e entender o que a criança faz com o resíduo visual que tem.”

Segundo Maria de Fátima, dentre as principais causas de baixa visão na infância figuram:

  • retinopatias causadas por infecção por sífilis, toxoplasmose e citomegalovírus;
  • catarata congênita;
  • glaucoma congênito;
  • anomalias do nervo óptico;
  • albinismo;
  • distrofias hereditárias da retina;
  • alta miopia;
  • doenças neurológicas;
  • deficiência visual cortical ou cerebral;
  • prematuridade.

A oftalmologista reforçou que, além do diagnóstico, é preciso avaliar as funções visuais da criança, incluindo a acuidade visual, além de entender, junto aos pais, o que ela consegue fazer e como a baixa visão interfere nas atividades diárias.

Na investigação junto com a família, a seguinte investigação deve ser feita:

  • A criança reconhece rostos?
  • Consegue localizar objetos?
  • Consegue brincar com autonomia?
  • Como ela se comporta em diferentes condições de iluminação?
  • O que ela deixou de fazer por causa da baixa visão?

Os sinais de alerta, segundo Maria de Fátima, incluem:

  • A criança não acompanha objetos.
  • Não fixa os olhos ou mantém pouca fixação.
  • Aproxima excessivamente objetos dos olhos.
  • Esbarra ou tropeça com frequência.
  • Tem dificuldade em ambientes poucos iluminados.
  • Apresenta fotofobia ou busca intensa por luz.
  • Demonstra dificuldade para reconhecer pessoas e objetos.
  • Apresenta atraso no desenvolvimento sem causa definida.

O trabalho de habilitação, nesses casos, deve incluir áreas como estimulação visual funcional, recursos ópticos, recursos não ópticos, tecnologia assistiva, orientação e mobilidade, terapia ocupacional, fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia, pedagogia e orientação familiar.

“O desenvolvimento visual está relacionado ao visual, mas também ao motor, ao cognitivo, à linguagem e à interação. A visão participa da construção de toda a experiência da criança. Por isso, alterações visuais importantes e não reconhecidas podem repercutir no desenvolvimento global dela”, avaliou a oftalmologista.

Segundo Maria de Fátima, encaminhar precocemente uma criança com baixa visão “não é apenas tratar a visão; é proteger o desenvolvimento, a autonomia e o futuro dela”.

*A repórter viajou a convite do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO)

AgênciaBrasilAlertabaixadiagnósticoespecialistaimginfância:notíciasparaprecoceSaúdevisão’
Plugin Install : Subscribe Push Notification need OneSignal plugin to be installed.
Notícia anterior

Segundo dia do Festival de Cultura e Gastronomia de Macaé reuniu gastronomia, cultura e inovação

Próxima notícia

Quem fiscaliza as eleições no Brasil

Próxima notícia
Quem fiscaliza as eleições no Brasil

Quem fiscaliza as eleições no Brasil

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Siga nossa página no Facebook

  • Sobre nós

© 2026 Portal Capital Liberal |
Desenvolvido / Customizado com ♥ Dart Box Marketing

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password? Sign Up

Create New Account!

Fill the forms bellow to register

All fields are required. Log In

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In
Translate »

Add New Playlist

Sem resultado
Veja todos os resultados
  • Cidades
    • Macaé Notícias – Notícias de Macaé
    • Rio das Ostras – Notícias de Rio das Ostras
  • Economia
  • Política
  • Esportes
  • Mundo
  • Cult
    • Musica
      • Jazz
  • Segurança

© 2026 Portal Capital Liberal |
Desenvolvido / Customizado com ♥ Dart Box Marketing

Esse website utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este website está a dar consentimento à utilização de cookies. Visite nossa Política de Privacidade.
Vá para versão mobile