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Projeto do Governo de SP oferece formações na área de gastronomia para reeducandas

Projeto do Governo de SP oferece formações na área de gastronomia para reeducandas

Projeto do Governo de SP oferece formações na área de gastronomia para reeducandas

Projeto do Governo de SP oferece formações na área de gastronomia para reeducandas

A Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) lança o projeto Cozinhas da Liberdade — um programa que visa qualificação profissional na área de gastronomia para mulheres privadas de liberdade. A iniciativa é da Fundação “Prof. Dr. Manoel Pedro Pimentel” (Funap), em parceria com o Instituto Ação Pela Paz.

Desde 11 de maio, o projeto oferece formação técnica sequencial em quatro módulos: Auxiliar de Chapeiro, Auxiliar de Pizzaiolo, Auxiliar de Cozinha e Auxiliar de Padeiro. Cada módulo conta com 60 horas de aula — 8 horas de conteúdo teórico e 52 horas de prática — e atende 15 alunas por turma.

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A primeira turma, dedicada à formação de Auxiliares de Chapeiro, já teve sua aula inaugural com 15 reeducandas da Penitenciária Feminina Sant’Ana, na zona norte da capital paulista. Ao longo do ano, o projeto prevê a oferta de 120 vagas distribuídas em oito turmas, com possibilidade de expansão para outras unidades.

O programa combina teoria e prática, abordando boas práticas, segurança alimentar, nutrição e empreendedorismo. As alunas recebem certificação emitida pelo Instituto Ação Pela Paz, com chancela da Funap, reconhecendo sua qualificação profissional.

Reintegração social

O Cozinha da Liberdade integra o Programa de Educação para o Trabalho e Cidadania (Proet) e reforça o compromisso da SAP com a reintegração social e a dignidade das pessoas privadas de liberdade.

“O projeto Cozinha da Liberdade é resultado de um trabalho colaborativo genuíno entre a Funap, a SAP, a Chefia de Departamento do Estabelecimento Prisional e o Instituto Ação Pela Paz. Essas instituições uniram esforços, conhecimentos e recursos movidas pelo mesmo propósito: transformar vidas por meio da educação e da dignidade. Essa sinergia não é apenas administrativa — é um compromisso ético com a reintegração social, diz o Diretor de Atendimento e Promoção Humana da Funap, Alexandre Rodrigues Cabrera.

Reeducandas participam de aulas teóricas e práticas voltadas à inserção no mercado de trabalho – Foto: Divulgação/Governo de São Paulo

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