“Na década de 80, eu já tinha experiência na cobertura da Câmara e do Senado, quando veio o trabalho da Assembleia Nacional Constituinte. Sacrificou muito minha vida pessoal, minha vida familiar”, contou Sônia Carneiro, repórter da Rádio e do Jornal do Brasil à época, em depoimento à TV Senado publicado em 2018.
O trabalho a que Sônia se referia era a cobertura da Assembleia Nacional Constituinte, instalada em 1987 para elaborar a Constituição de 1988, que vigora até hoje, após mais de duas décadas de ditadura militar.
Depois de mais de cinco décadas dedicadas ao jornalismo e de uma importante contribuição à imprensa brasileira, Sônia Carneiro morreu aos 74 anos, neste domingo (21), em Brasília. No depoimento à TV Senado, ela relembrou o período em que acompanhou de perto os trabalhos dos constituintes e destacou a importância da cobertura jornalística durante a elaboração da nova Constituição.