A etapa da instalação terrestre do Gasoduto Raia está avançada e a execução do furo direcional horizontal é responsável por conectar o trecho offshore ao trecho onshore do gasoduto. O projeto integra o Novo Programa de Aceleramento do Crescimento (PAC) do Governo Federal e é operado pela Equinor (35%), em parceria com a Repsol Sinopec (35%) e a Petrobras (30%). Já a parte marítima do Gasoduto Raia terá cerca de 200 km de extensão, ligando a Floating Production Storage and Offloading (FPSO) à malha de transporte de gás próxima à Cabiúnas, em Macaé. O ativo tem capacidade para escoar 16 milhões de metros cúbicos de gás por dia.
A previsão é de quando entrar em operação, em 2028, é de que a Raia terá potencial para suprir 15% da demanda estimada de gás natural no Brasil.
Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Sylvio Lopes, o gasoduto representa para o município um avanço no setor de energia.
“O Projeto Raia, consolida Macaé como a Capital Nacional da Energia e principal Hub de gás, ao se conectar à Cabiúnas, injetando 16 milhões de m3 de gás por dia, favorecendo inclusive a instalação de novas termelétricas, gerando desenvolvimento econômico a longo prazo para Macaé e toda região”, ressaltou.
O Gerente de Construção do Gasoduto Terrestre da Equinor, Luciano Mendes, destacou que o Projeto Raia, mobiliza diariamente uma média de 350 colaboradores e o objetivo é conectar as partes offshore e onshore com toda segurança para que os trabalhadores possam voltar para as suas casas.
“Toda operação é baseada no mapeamento de riscos, para que possamos entregar esse gasoduto para o país”, informou.
